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nº 91, publicada a 17 de Novembro de 2017

Meu amado filho,

As minhas promessas são cumpridas. Tudo quanto anunciei e anuncio pelo o Mundo realizar-se-á e o homem terá a oportunidade de verificar tal.

É lastimável o homem fechar o seu coração ao que não deseja. Chegou a um tempo e momento em que somente na realização do presente, se revê e acha a sua realização. Tudo quanto seja omisso à verdade nele tida como tal, afasta, ignora e prefere não ouvir.

Contrário aos tempos do homem, os actuais, aqueles que achais serem abrangentes e cheios, verificareis que vazios cada vez mais vos tornam e haverá um momento para alguns que o sentirão profundamente bem dentro de si, em que a vivência humana foi cheia de realizações e concretizações, porém baça e ausente de sentido, pelo menos, aquele que ireis sentir.

Verdadeiramente quanto mais viveis para o Mundo, menos satisfação a momentos experiencieis e a riqueza verdadeira da vivência humana está na vivência do Mundo e não para ele.

Este é e será sempre um paradigma para vós. Sois do Mundo, a ele vos entregais como pertença e raiz, porém nada vos realiza.

Ao contrário, vivêsseis de e para o espírito e perceberíeis a verdade de que não será nunca através do Mundo que vos encontrareis e saciareis.

Amo-vos meus filhos e em mim repousam os vossos corações, mesmo quando a vossa entrega não é sincera, assim percebeis que eu aceito todos os meus filhos por igual sem excepções.

RECEBIDA: Ricardo Fins

Lourdes, França, 15 de Novembro de 2017

 Mensagem da Mãe 

nº 92, publicada a 11 de Dezembro de 2017

Meus amados filhos,

A tristeza em mim é profunda pelo o rumo que as nações decidiram manter, mantendo todos prisioneiros e suspensos de vida.

A vida deveria correr em vós, vibrante e completa na execução do que sois e na sua alternativa viveis aquela que mais apagada é e sem sentido se torna, inútil e vaga na concretização, quando muito e imenso deveria na sua realização.

Sofro por as vossas decisões no colectivo serem colectivas, porque apesar dos governantes das nações serem os detentores do destino de todos, vós ao longo do tempo foram permitindo que tudo se congregasse para o fim a breve. Sempre disso vos alertei, implorei e supliquei, que mudásseis o vosso coração e caminhásseis na direcção do outro, do vosso irmão que necessita e precisa de amparo. Contudo aquele que precisa de amparo não é visto, ouvido e tão pouco pretendido, porque as vossas vidas estão cheias de tudo, tudo o que é supérfluo mas que ocupa por inteiro e vos torna individualizados.

Este foi o caminho errado trilhado por vós há já algum tempo e que confluiu no que tendes agora na vossa perspectiva.

Perturba-me o que vos aguarda e o meu choro tornou-se pranto ao ver a angustia que criastes e vos tomou.

Amo-vos meus filhos e em mim repousam os vossos corações, mesmo quando a vossa entrega não é sincera, assim percebeis que eu aceito todos os meus filhos por igual sem excepções.

RECEBIDA: Ricardo Fins

Póvoa de Varzim, 08 de Dezembro de 2017