Em Helsínquia a mão da justiça conhecerá a mão da justiça, a sua dor num infinito tormento que muitos deixará à mercê do tumulto e da desgraça que sobre eles se abaterá.
O tempo corre numa caminhada desenfreada pela montanha onde o eco dos cânticos deixará de se ouvir.
No silêncio as lágrimas que do rosto das mães correrá a vida que foge para habitar longe.
RECEBIDA: CL
12 de Agosto de 2013
