Far-se-á a justiça do destino em Ceilão quando o chão estremecer num murmúrio silencioso e desesperado.
Cairão sobre a terra os filhos outrora inertes de fé.
O desalento tomará conta dos corações das mães que nada poderão fazer junto daqueles cuja hora é de partida.
RECEBIDA: CL
29 de Novembro de 2013
