Silenciado sobre o próprio sangue se encontra o que de paz veste, junto dele o seu sucessor numa busca incessante de perdão.
Ao longe choram as lajes pelo grito dos sinos, que ténues a bater quebram o silêncio aflitivo.
Um trono vazio de paz terá lugar.
RECEBIDA: CL
20 de Novembro de 2014
