Mensagem da Mãe 

nº 96, publicada a 20 de Julho de 2020

Queridos filhos,

A certeza do amanhã para vós, está somente em vós, na vossa realidade, aquela que viveis, porque em verdade, ela não existe para os propósitos que alimentais no vosso interior em função dos vossos desejos e vontades.

Porque é os vossos desejos e vontades e não a vontade do Deus altíssimo a quem todos vós, cada um, responde e cumpre com tudo quanto ele escreveu.

A certeza do amanhã agarra-se à vossa alma como chama que ilumina e não permitis que se apague, confiando que nada a pode apagar, assim julgais e confiais vós no vosso interior. A isso chamais de esperança.

Esperança do recomeço após os tropeços.

Esperança do continuar, quando continuar já não é opção.

Esperança de amar quando imensas vezes falhasteis no amor.

Esperança de viver, quando já não existe verdadeiramente vida em vós.

Com tanta esperança que alimentais, sem, contudo, ela alterar o que quer que seja no colectivo, esperanço eu obter a vossa mudança efectiva, após as vivências que tentais e falhais e voltais a tentar com as mesmas falhas, porque não aplicais as soluções e atitudes correctas para que elas não falhem. Porque ao fazerem sempre igual o resultado é igual, falha.

A minha esperança desvaneia-se quando olho para vós e vejo que não alterais a forma de fazerem, porque ao falharem uma e outra vez, afastai-vos cada vez mais daquilo que sois e aos fazê-lo, afastai-vos de mim e do Pai celestial.

Por isso a vossa certeza do amanhã, deveria passar a ser de incerteza, pois a continuarem a falhar as consequências estarão bem perto de todos vós, porque não curais os problemas, só o aprofundais cada vez mais.

Tristeza, imensa tristeza e choro são os momentos que experiencio, pelo rumo que vós dais à vossa vida e pelas consequências que se aproximam a passos largos para todos sem excepção.

Vivo a angústia no meu coração de Mãe pelo destino e futuro dos meus filhos.

Acordai!

Peço-vos!

Amo-vos meus filhos e em mim repousam os vossos corações, mesmo quando a vossa entrega não é sincera, assim percebeis que eu aceito todos os meus filhos por igual sem excepções.

RECEBIDA: Ricardo Fins

Vila do Conde, 09 de Julho de 2020