nº 714, publicada a 17 de Novembro de 2021

A Terra morre às mãos daqueles que a deviam estimar, uma terra fruto de uma pura e singela criação que a libertou por amor ao homem, mas que o homem não valorizou e a mata pelo egoísmo e traição à simplicidade da criação.

RECEBIDA: CL

02 de Setembro de 2021