O Mundo perde-se em si próprio num misto de revolta e esperança.
Espera, aguarda… Que o homem oiça toda a sua voz de encantamento perdido logo após a criação e nunca mais encontrado no desfrutar do que de belo dispunha.
O homem julga o Mundo como se ele fosse cego e surdo de sentimentos, como se não sentisse cada "alfinetada" por mais pequena que seja e que o fere, fazendo brotar o sangue das suas entranhas, que embora imóveis são dotadas de uma força imensa reduzindo e comparando o homem ao mais ínfimo dos seus actos.
Um Mundo humilde que não hesita em se tornar arrogante na resposta que dá ao seu gemido solitário e desamparado.
O homem questiona, questiona sempre a arrogância do Mundo, não entendendo que é na falta de humildade que reside o seu maior problema.
RECEBIDA: CL
24 de Outubro de 2018
